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Rio do Sul – Colégio Dom Bosco – 06/11/09 – Projeto:¨ Um dia no Parque ¨

Rio do Sul – Colégio Dom Bosco – 06/11/09 –  Projeto:¨ Um dia no Parque ¨

     O projeto ¨A Física no Parque ¨ é um exemplo de aplicação prática dessas leis, acrescentando diversão e emoção à compreensão da lógica do funcionamento de cada brinquedo, além de finalizar o conteúdo de Mecânica através do estudo dos conceitos de energia, tipos de movimentos, velocidades, forças, atrito, etc.

PROBLEMATIZAÇÃO

- Questão Essencial: É possível aprender/ensinar Física através dos brinquedos?
- Como entender as transformações de energia numa montanha russa?
- A massa dos integrantes do carrinho interfere na velocidade do looping?
- Por que não caímos do carrinho num looping?
- Quais são os efeitos fisiológicos sentidos nos brinquedos mais radicais? Podemos relacioná-los com os hormônios?

OBJETIVOS

• Esse projeto tem como objetivo principal a desmistificação do ensino da Física, tradicionalmente visto como uma sucessão de cálculos matemáticos em suas incompreensíveis fórmulas e problemas.

• Outro objetivo dessa proposta é estimular o aluno a observar, analisar e relacionar os conceitos físicos aprendidos em sala de aula com suas aplicações na vida prática e cotidiana.

• Proporcionar aos alunos a possibilidade de vivenciar experiências que até o momento só eram possíveis no campo teórico e, paralelamente a isto, estar em contato com uma tecnologia atual e desafiadora.

PROCEDIMENTOS/ESTRATÉGIAS

1ª. Etapa: Contato com o conhecimento formal. Durante as aulas de Física, entramos em contato com os conceitos de trabalho, energia, quantidade de movimento, impulso, bem como os princípios de conservação. Estes conceitos e princípios são a base teórica de funcionamento dos brinquedos que foram visitados no parque. Além dos fundamentos teóricos desenvolvidos em sala de aula, serão realizadas leituras de textos complementares sobre a Ciência nos parques de diversões, extraídos das revistas Superinteressante e Galileu.
A luz é uma forma de energia que se propaga em linha reta na mais alta velocidade (300.000km/h) O estudo da luz deve ser iniciado pela Física elementar, uma vez que a luz é uma onda eletromagnética, apresentando freqüências vibratórias e comprimentos de ondas.
Os materiais podem ser classificados de acordo com a capacidade de transmitir, absorver ou refletir a luz. A reflexão dela é que nos faz ver os objetos. Nos meios de comunicação a iluminação pode fazer-se com fontes de luz natural (luz do dia-sol) ou luz artificial (lâmpadas e refletores). Um show pode ser usado de exemplo para explicar um pouco sobre a luz.
Durante a visita, os alunos farão as observações e testarão alguns brinquedos, afinal, quando estiverem enfrentando o desafio de descer de alturas incríveis a quase 100 Km/h e sentirem aquele “friozinho na barriga”, será que se lembrarão que essa sensação pode ser explicada pela Física?

2ª. Etapa: Visita ao parque de diversões Beto Carreiro para estudo do meio. Realização das atividades propostas em roteiro específico.

3ª. Etapa: Oficina educacional envolvendo fotografias, tipo do movimento, fórmulas e conceitos fundamentais.

4ª. Etapa: Construção de um Mural envolvendo a física e a geografia presentes no parque de diversõe.

5ª. Etapa: Uma aula interdisciplinar entre as disciplinas de física e geografia usando a Tela Interativa.

CRONOGRAMA

1º Momento/outubro 2ª semana:
- Fundamentação teórica através das aulas expositivas, lições interativas em textos complementares com o apoio do livro didático da RSE.

2º Momento/outubro 3ª semana:
- Estudo de campo – excursão ao Beto Carreiro (22/10/09).

3º Momento/outubro 4ª semana:
- Seleção do grupo de alunos para o projeto e início das oficinas;
- Construção de um mural com fotos.
- Acompanhamento dos professores que o integraram;
- Exibição do projeto no centro pórtico do Colégio Dom Bosco.

RECURSOS UTILIZADOS

- Ambientes de aprendizagem ( parque, sala de aula e laboratório de informática).
- Sala de aula (aula teórico-expositiva, textos complementares e livro didático – RSE);
- Parque de diversões Beto Carreiro;

AVALIAÇÃO

Ferramentas e critérios de avaliação
A avaliação foi dividida em duas partes:

Parte I:

• Prova prática realizada em aulas consecutivas à volta do passeio, onde foram utilizadas informações relativas aos brinquedos do parque e os conceitos relacionados a eles.
• Um desafio: Cada grupo terá que fazer uma paródia envolvendo temas como Roldanas (Teleférico), Movimento circular uniforme (Roda Gigante), Queda Livre (Big Tower), Pêndulo simples ( Barco Pirata), Montanha Russa ( Leis de Newton).
• Painel fotográfico, onde os alunos ilustrarão a aventura e os conceitos aprendidos.

Parte II:

• Acompanhamento com relatos das aprendizagens, dificuldades, soluções e socialização com o grupo.
• Registros através de vídeos, fotografias digitalizadas da construção do parque em suas diversas etapas e auto-avaliações individuais.

Referências Bibliográficas

BRASIL. Ministério da Educação. Parâmetros Curriculares Nacionais. Brasília: MEC/SEF, 1998.
CANTO, E. L. Ciências Naturais: Aprendendo com o cotidiano. São Paulo:Moderna, 1999;
CARRON, W; GUIMARÃES, O. As Faces da Física. São Paulo: Moderna, 1997. (Coleção Horizonte da Ciência).
CHASSOT, A. A Ciência Através dos Tempos. São Paulo: Moderna, 1994. (Coleção Polêmica).
OSTERMANN, Fernanda; MOREIRA, Marco A. A Física na Formação de Professores do Ensino Fundamental. Porto Alegre: Ed. UFRGS, 1999.
PARKER, S. Galileu e o Universo. São Paulo: Scipione, 1996. Newton e a Gravitação. São Paulo: Scipione, 1996.
CARVALHO, Anna M. Pessoa de et al. Ciências no Ensino Fundamental: O conhecimento físico. São Paulo: Scipione, 1998.
SANTOS, Santa Marli Pires dos (org.). A Ludicidade como Ciência. Vozes, 2001.
CARVALHO, Anna M. Pessoa de. Física – Proposta para um Ensino Construtivista. EPU, 1989.
http://www.pet.dfi.uem.br/ludofisica/index.html
http://www.conviteafisica.com.br/principal.htm
http://www.sbf.if.usp.br
www.fisicanet.com.br
www.fisica.com.br
www.adorofisica.com.br
http://www.pet.dfi.uem.br/ludofisica/index.html
Texto complementar “A ciência vai ao parque”, revista Superinteressante.
Texto complementar “ Adoráveis calafrios”, revista Galileu.

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