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Ponta Grossa – Paróquia Nossa Senhora Auxiliadora – 01/06//2011 – 5º dia das SMP, Missa da Saúde.

Ponta Grossa – Paróquia Nossa Senhora Auxiliadora – 01/06//2011 – 5º dia das SMP, Missa da Saúde.

     Pela parte da manha muito sol e missionários nas ruas, saindo das igrejas das comunidades. Hoje acompanhamos, com fotos, um pouco do trabalho da comunidade N S Aparecida.

     A tarde, em nossa igreja matriz, a Missa da Saúde contou com a participação de aproximadamente 300 pessoas. Nossos missionários trouxeram 40 doentes com enfermidades graves, vindos de comunidades da paróquia e apresentavam diversos casos clínicos. P. Ângelo Biz atendeu as confissões de nossos enfermos e do povo em geral. P. Léo Kieling presidiu a celebração que teve um toque emocionante. Em sua homilia nos relembrou “Duas palavras são importantes para uma pessoa ser curada: Fé e Esperança. Mesmo que não venha a cura esperada, nunca perder a esperança e se uma pessoa não tem fé tudo piora”. P. Léo foi profético ao nos relembrar o descaso de nossos políticos com a saúde publica. “Quando estamos doentes vamos ao hospital e somos rapidamente atendidos? Claro que não, infelizmente”, e acrescentou que se investe tanto em novos estádios para a Copa2014, e deixam-se vários morrer nas filas intermináveis nos hospitais. E o por que disto? Porque o doente não produz mais, tudo em nome do dinheiro. Fica o pedido do P. Léo “vamos rezar e pedir para que os governantes sintam na carne e favoreçam um acesso melhor dos doentes à saúde”.

     Ao final de sua homilia P. Léo nos apresentou um canto que há tempos nos leva a refletir no nosso viver, o nome da canção é Couro de Boi. Uma letra concisa que relata a história de um homem, casado, que atendendo ao pedido de sua esposa expulsa seu velho e doente pai da casa. Ao fazer isto lhe dá um pedaço de couro de boi que havia curtido. Seu filho e neto do velho doente lhe pede insistentemente uma metade desse couro, e o seu avó lhe da. Ao voltar pra dentro seu pai o indaga do porque havia feito isto. O filho diz: “Um dia vou me casar, o senhor velho e doente morará comigo, minha esposa pedirá para que saia de casa, o que atenderei e este pedaço de couro lhe darei”. Mas a reflexão se estende aos nossos lares, como temos tratado nossos velhos e doentes?

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